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Apresentação

Resumo

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O Departamento em números

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Histórico

A Universidade Federal do Amazonas, através da Resolução N.° 003/80, de 14 de agosto de 1980, criou o curso de Licenciatura Plena em História, vinculado administrativamente ao Departamento de Ciências Sociais do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL). Autorizado a funcionar a partir do primeiro semestre letivo de 1981, turno matutino, oferecendo 30 vagas/ano. A justificativa para a criação do referido curso, segundo a mencionada legislação, foi “necessidade de formação de professores legalmente habilitados ao ensino de História, suprindo dessa forma, a carência existente na rede de ensino de 1.º e 2.º Graus”. Tal carência era até então, suprida por professores portadores de outras formações, tais como: Estudos Sociais, Filosofia, Direito entre outras.

Ao final do ano de 1985, através da Resolução N.° 013/85 - CONSUNI, de 13 de dezembro de 1985, o curso de História desvinculou-se do Departamento de Ciências Sociais, sendo incorporado ao recém-criado Departamento de História, integrado ao Instituto de Ciências Humanas e Letras. O novo Departamento foi criado com o objetivo de implementar o suporte necessário para a melhoria do ensino, da pesquisa histórica, da extensão e para a formação de um corpo docente capacitado em seus diferentes níveis. Através da Resolução N.° 050/85 - CONSEP, de 18 de dezembro de 1985, foi fixada a nova grade curricular do curso de História, sendo revogada a Resolução N.º 011/81 - CONSEP, de 30 de outubro de 1981, que havia fixado a sua primeira grade curricular. A reformulação substantiva que se implementava era um produto direto de intensas discussões e de um forte engajamento de professores e alunos para a melhoria do curso. O norte fundamental da nova grade, àquela altura, era possibilitar uma melhor interação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão, e sobretudo, pensar a formação de um profissional integral, no sentido de não desvincular o professor de história do historiador, bem no espírito dos debates nacionais contemporâneos. Outras reformulações pontuais ocorreram na estrutura curricular do curso de História ao longo do tempo.

O curso foi reconhecido pelo CNE-MEC, através da Portaria N.° 058, de 20 de fevereiro de 1989. O Departamento de História – que havia sido criado com 8 professores, dos quais apenas três possuíam Mestrado – conta hoje com um corpo docente de 22 professoras/es doutoras/es no seu quadro permanente, apresentando uma titulação adequada e compatível com o notável esforço institucional empreendido desde a sua criação, na qualificação de seu corpo docente, em nível de pós-graduação. No decorrer dos anos, a discussão quanto à natureza do curso, suas dificuldades e perspectivas de crescimento foram uma constante no Departamento. Mais recentemente, acompanhou-se com interesse e engajamento a intensa mobilização de profissionais da área ao sinalizarem as mudanças de rumo no que dizia respeito à revogação de nossas diretrizes curriculares, ainda remanescentes da década de 1960 e, posteriormente, para a definição (ou redefinição) da natureza e do papel da/o profissional de História contemporânea/o.

Desde a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.364/96), o processo tornou-se mais intenso e, sem dúvida, polêmico em nível nacional. Como resultado de diferentes intervenções dos órgãos responsáveis pelas definições legais que devem nortear a formação em nível superior, dispõe-se hoje de um conjunto legal que forneceu os limites, dentro dos quais deveríamos nos subordinar como área específica, materializados na Resolução CNE/CES, N.º 13, de 13 de março de 2002. Deste modo, o Projeto Pedagógico do Curso de História busca dar conta da complexidade da discussão relativa à formação do profissional de História, assim como busca pautar-se pela legislação aprovada para referenciar a área de História1.

1 Resolução CNE/CES, N.º 13, de 13 de março de 2002.

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